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Mais proteção, empatia e consciência.

Um novo mês se inicia e a população segue imersa nesse momento de pandemia, com muitas restrições, mudanças de hábitos e enfrentamento de desafios diários para a manutenção da vida. O inverno e o frio estão se aproximando e esse contexto requer ainda mais cuidados redobrados com a imunidade e a saúde. 

Acontece que, mesmo com todas essas medidas de prevenção, nesse terceiro mês de surto viral, vemos os números de infectados crescerem e o Brasil subir no ranking mundial de casos da covid-19. Em contrapartida medidas econômicas autorizam a reabertura de muitos comércios e estabelecimentos públicos. Por isso o convite deste texto é para que você eleve a sua proteção, empatia e consciência.

O autocuidado só aumenta e agora, depois de três meses em distanciamento social, já está cada vez mais “normal” manter essa rotina. Hábitos alimentares saudáveis, lavar as mãos frequentemente, não tocar o rosto, manter uma distância segura entre as pessoas, cobrir o rosto com máscara e usar o antebraço ou cotovelo como cobertura em caso de espirro ou tosse são algumas das principais medidas individuais de prevenção para o controle dessa pandemia. 

 A empatia por sua vez é uma chamada para que as pessoas possam viver em mais harmonia, respeito e equilíbrio enquanto sociedade que, mesmo tendo menos convivência presencial, continua sendo impactada pelas ações individuais. 

Quando se olha para a realidade do nosso país e os fatos políticos/econômicos, “ficar em casa” e cumprir as medidas de controle pandêmico de forma segura e com menos exposição é considerado um privilégio. Existem muitas pessoas, em diversas comunidades, que dependem cem porcento da renda diária que recebem e que nesse exato momento não possuem muita escolha, a não ser sair para “ganhar o pão” como se costuma dizer. Sabe-se também que alguns serviços são indispensáveis como os profissionais da área da saúde, segurança, mobilidade e tantos outros, que também acabam não tendo essa vantagem de cumprir o isolamento completamente protegidos em seus lares. 

Para quem está em casa o pedido é de cada vez mais empatia, entender que as demandas do outro nesse momento são diferentes das suas. Isso não significa que são menos ou mais importantes, apenas diversas e que, possivelmente, essas pessoas que saem por necessidade estão sendo motivadas pelos seus valores mais básicos de manutenção à vida. 

“É por isso que o aumento da consciência é fundamental para 

o exercício e prática da empatia.”

Com a reabertura do comércio e alguns espaços públicos, é indispensável, para aqueles que podem ficar isolados, refletir a real motivação dessa exposição, além de tomar todos os cuidados já citados acima e ser compreensivo e paciente diante dessa nova forma de interação social. 

Nem todos têm o privilégio de ter um lugar seguro e de poder cumprir o isolamento de forma mais rigorosa e, por isso, compreender o outro e fazer a sua parte, sendo um exemplo de boas práticas, é essencial nesse momento para que, individualmente, se gere uma influência positiva que reverbere no coletivo. 

Independentemente se você está ou não em casa, redobre a sua proteção, seja empático e eleve sua consciência, pois são pequenas atitudes do bem que mudarão o cenário da covid-19.

Danielle Fausto

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